O Cabelo, As Vezes, É Tudo
domingo, 5 de maio de 2024
A Filosofia Através da História
Visando não responder estas questões, o que é impossível, mas, ao menos dar uma luz, um início, talvez empurrãozinho, para uma tese de doutorado de alguém, vamos fazer uma retrospectiva sobre a filosofia ocidental, nos últimos 3000 anos.
Tudo começou na antiga Grécia, berço dos “pensadores”.
A melhor teoria proporcionava ao seu criador copos e mais copos de vinho, por conta da casa, (porque chamava freguesia) e também a possibilidade de “ter razão”, tornando-se assim um “Filósofo mestre”. Quando um Filósofo mestre chegava numa taverna, juntavam-se os “Discípulos” dele, que lhe pagavam vinho, em troca de explicações plausíveis para as suas mazelas.
O primeiro Filósofo Mestre: Heráclito.
Heráclito dizia que tudo mudava. Explicava que ninguém e nada podia ficar parado, estático... Nem mesmo uma pedra era estática, porque, através dos tempos, essa pedra sofria transformações. A mudança podia ser rápida, ou lenta no caso da pedra. Heráclito tomou muito vinho por causa dessa teoria.
Mas, depois apareceu Parmênides.
Parmênides veio com a teoria de que nada mudava (antagônica da primeira). Por mais que se movimentassem, tudo e todos continuavam na mesma... Até mesmo a pedra, porque ninguém se lembra como era ela, a tempos atrás, portanto, era a mesma coisa.
Assim começaram a pipocar Filósofos mestres por toda a Grécia. As fazendas de uva, prosperavam, e também as Adegas. Começaram a aparecer “especialistas” em vinhos.
No Império Franco (hoje França), por exemplo, Charleaux Parmeson introduziu um “petisco”, para acompanhar o vinho, durante os debates filosóficos nos seus Bordéus, o queijo. “Se o tempero da filosofia é o vinho, o tempero do vinho é o queijo.” Dizia. Nascia assim, a até hoje difundida, “porçãozinha de queijo”.
A filosofia se divide
Chegou um momento em que a filosofia se dividiu, dada a enormidade de idéias antagônicas, porém , todas com um mesmo final: a dúvida. Foram duas, as vertentes que capitanearam a Filosofia na antiguidade, o “Manoelismo” e o “Quedismo”.
A Teoria da Vontade Involuntária Pré-Concebida, ou “Manoelismo” foi uma teoria desenvolvida pelo filósofo Grego Anaxímenes Manoel no ano de 345 AC. E que agrupava todas as teorias que tendiam a pensar que “na realidade era o contrário do que parecia ser.”. Seus discípulos, conhecidos como “manoelistas” (nome logo abreviado para “manés”) endossavam a idéia de Manoel, que dizia que “os seres humanos não tem vontade própria, e são na verdade, escravos dos objetos.”. Segundo esta teoria, “os homens não bebiam a água, porque estavam com sede, e sim, porque era a água que queria ser bebida”. Ou, “os homens não acendiam uma fogueira, porque queriam se esquentar, mas sim porque eram os galhos daquela árvore que queriam ser queimados”.
Essa idéia era tão forte na cabeça dos “manés”, que eles a usaram até para julgar o criador dela:
Em uma bela tarde, enquanto os “manés” pediam dinheiro nas ruas, para a “Festa Que Queria Ser Festejada Pelo Manoel Na Taberna Esta Noite”, Manoel foi flagrado na cama, com a esposa de um de seus discípulos, que estava amarrada e com a boca amordaçada. Manoel explicou que “Aquela esposa, como todo objeto, queria ser estuprada.”
Segundo o relato dos “manés”, conforme a teoria que os guiava, Manoel foi espancado até a morte, porque “ele é que queria ser linchado”.
A segunda vertente mais importante da filosofia antiga foi o “Quedismo”.
Tafun Tarrazo, filósofo chinês, naturalizado grego, o implantador de outro “quitute”, para acompanhar o vinho, que consistia em cobrir o invento do Charleaux Parmeson com uma massa feita de trigo e depois fritada em gordura vegetal, o “Pastel de Queijo”, foi o idealizador do Quedismo na mesma época em que surgiu o Manoelismo. Segundo Tafun, os seres humanos são divididos em três sub-grupos:
- Os que tropeçam e caem.
- Os que tropeçam e não caem.
- Os que nunca tropeçam.
Fora desses grupos, não existia ninguém.
Na “Pastelaria Tafun” (novo modelo de Taverna) Os quedistas analisavam profundamente a personalidade de cada um dos indivíduos que entravam lá para comer pastel. Descobriram, por exemplo, que o bom humor dos que tropeçam e caem estava ligado diretamente ao reaproveitamento do pastel que comiam. Ou seja: quem entrava tropeçando e caindo, podia comer um pastel velho e requentado que, o seu humor não iria mudar, porque a alegria não o deixaria perceber. Já os que nunca tropeçavam (porque nunca bebiam vinho) eram os mais mal humorados, e sempre proferiam grosserias não muito filosóficas quando comiam um pastel velho e requentado.
Tafun estudava a fundo essas reações nos seres humanos, mas, nunca chegava a uma conclusão definitiva. “Vamos vender mais pasteis... é tudo o que eu tenho a dizer no momento”. Dizia, quando lhe cobravam uma definição.
E assim foi, Tafun morreu sem dizer a resposta. Passou a pastelaria para o filho que depois passou para o seu filho e assim por diante. A resposta nunca vinha.
A Teoria do “Quedismo” perdurou até 1322 DC. Quando um britânico Chamado John Paraked, teve que saltar da janela do quarto da vizinha, que ficava a 5 andares de altura, em um castelo de Oxford, Inglaterra (provavelmente por causa da chegada antecipada do marido da mulher). John Usou um lençol, na tentativa de se agarrar, com este em alguma coisa, porém, notou que, caia mais devagar, devido ao lençol ter se aberto em forma de embrulho acima dele. Quando atingiu o chão, em pé e firme, proferiu a frase que afundou a teoria do Quedismo: “É possível cair, sem precisar tropeçar.”
A filosofia, depois disso, tomava novos rumos. Com a expansão da humanidade pelo mundo afora, foram sendo conhecidos novos métodos de vida, o que influenciava o modo de pensar dos filósofos.
Devido a falta de orientação, pois as vertentes principais haviam caído, surgiu o “Nadismo”. Quase simultaneamente, e como conseqüência disso, surgiu também o “Plenitarismo”
Os “Nadistas” tiveram sua figura mais importante em Euristómandro Joaquim. Pensador grego, deportado para Porto Cali (mais tarde chamado Portugal) por pregar que “tudo era nada, e nada já era nada mesmo!”.
A teoria de Joaquim, influenciou, anos mais tarde, outro filósofo, o português, Pedro A. Cabral. Este, no intuito de estudar as “coisas ocultas” das índias da Ásia, partiu com três caravelas (Santa Marica, Pinta & Borda e Nina & Dorme) em direção ao “nada alem do horizonte do mar”, até encontrar “nada de índias, nada de coisa alguma, a não ser essa terrinha cheia de índia barriguda e madeira para o “brasil” do churrasco” conforme escreveu o seu “amigo” Pero Vai e Caminha sem Parar, para o rei de Portugal, Dom João Incesto.
Já os “Plenitários”, em reação ao negativismo do Nadismo, estimulados por Pleotérblotum Maria, diziam que era preciso preencher o vazio de nossas existências, “para que, de alguma forma, a razão de viver, estivesse nas obras que fizéssemos” Dizia.
Maria dava total liberdade para seus discípulos escolherem o que quisessem fazer, mas, desde que o fizessem em sua “plenitude” (daí o termo “Plenitário”). Foi daí que surgiram os radicalismos, dando início a época das trevas, mais conhecida como “idade Moderna”.
Tudo passou a ser feito com mais rigor, para se atingir a “plenitude” do feito. A Igreja, por exemplo, fortemente influenciada pela filosofia Plenitária, passou a não só criticar ou ignorar os que eram contra seus dogmas, mas, passou a perseguir, matar e pilhar os “hereges” nas suas famosas “guerras santas”.
Até nas famosas Tabernas gregas, a coisa havia mudado. Agora já não se tolerava mais quando uma idéia não batia com a da maioria. Já não se parava mais para pensar no assunto. Agora já partiam para a porrada mesmo. (Isso deu origem às primeiras turmas, que deu origem, mais tarde, aos primeiros partidos políticos de Direita).
Foi então que Alguns filósofos Hipócritas (discípulos de Hipócrites,pensador e agrônomo, especializado em abóboras, da Cecília. Ele dizia que "antes um grito na orelha do que um murro na cara...porque o grito não machuca dolorido!")resolveram ressuscitar um poema de Xenófanes (570-475 a.C):
"Se alguém, com pés turbinados, chegasse em primeiro,
Ou no pentatlo, onde se localiza o templo de Zeus
À Beira-Pisa, rio Olimpio, ou na pugna,
Ou na estressante luta de boxe,
Ou na selvagem disputa denominada pancrácio,
Cairia nas graças da coletividade,
Assinalado por todos no topo do pódio,
Levando alimento às custas do erário,
E o regalo do prêmio, verdadeiro tesouro.
Mesmo no hipismo, receberia o acima descrito,
Sem o merecer como eu: Músculos e eqüinos,
A força bruta, ficam aquém da minha filosofia!
Esse hábito extrapola o razoável! É justo
Optar pela força em detrimento da boa sabedoria?
Um representante do povo campeão de boxe,
Ás no pentatlo, ás no pugilato,
Expedito na pista (modalidade mais honrosa que o uso
Da força nos jogos), não garante à pólis um norte.
Fugaz seria o prazer da cidade
Se um filho seu ganhasse na fimbria do Pisa.
Isso não sobe os silos da Pólis.
Xenófanes era poeta e filósofo na cidade de Cólofon, na Ásia Menor. De suas obras, só restaram alguns
fragmentos, provavelmente, devido às balburdias que ele aprontava nas noitadas daquela cidade!"
A filosofia na Idade Contemporânea
Aí chegamos nos meados do séc. XX. Os pensadores, agora munidos, não só de vinho e cerveja, mas, também de Whisky, Pinga, Vodka, Caipirinha e mais uma parafernália de outras “Razões da Filosofia”, começaram a “pensar melhor” nas coisas, dando início à um avanço meteórico em tudo o que rodeava a sociedade e a vida de um indivíduo.
Kant (Emanuel) fez a Crítica da Razão Pura, considerada forte demais por Santiago (Emílio), que respondeu com “A Crítica da Razão On the rocks. Vol.1”.
Na União Soviética,
O “Leninismo” não conseguiu se manter de pé por que se dividiu em dois: O “Lenismo e o “Ninismo”.
Daí veio Stalin (José) e mandou matar todo mundo, introduzindo a teoria filosófica do “Stalinismo”, que consistia na reunião de todas as outras filosofias juntas, em um campo de concentração.
Na Alemanha
Stallone (Silverster), filósofo americano de origem italiana, conseguiu derrotar Hitler, porque dizia que para se aproveitar melhor o tempo gasto com a ressaca, das cervejas ruins, tinha que fazer 750 flexões abdominais por dia, mas, que, para isso "tinha que comer muito espinafre, para ficar forte" (idéia essa plagiada do Matemático e nem um pouco interessado em registrar suas idéias no Departamento de Patentes, Popeye).
Finalmente, aqui no Brasil, em dias mais recentes, um “Filósofo” se manifestou, e tem conseguido frear a corrida maluca das correntes filosóficas pelo mundo afora, graças a apenas uma frase que disse.
Euris Toma Landro (Joaquim), que acredita ter como antepassado um famoso pensador Grego, que foi deportado “não se sabe porque nem para onde”, é um simples empregado em uma banquinha de CDs Piratas nas ruas da cidade de São Paulo. Um dia, enquanto estava vendendo uns CDs com músicas como “Eu sou terrível” e “Sentado a beira de um caminho”, para um tal de Roberto Carlos, o freguês perguntou:
Ele respondeu:
- “NÃO VAI DAR EM NADA”
Soneto da Cagada
Sentado no trono a força ressurge!
Num esforço se elevam veias da testa...
Quase um urro feito vaca que muge.
Leio qualquer coisa sem compromisso.
Qualquer coisa para o tempo passar.
Pois passo por um momento esquisito
Forço tudo até o último suspiro...
Metros de papel... A última olhada:
No sexto o papel, nos olhos um brilho.
Meu olhar feliz no espelho reflete.
O páreo foi duro, mas já vencido...
Vê-se a alegria de um homem mais leve.
.
.
Socorro Para o Sul
Socorro! O Sul Precisa de Você!
Lembre-se, um dia você também pode precisar!
Nunca aconteceu uma catástrofe tão grande no Brasil, e nossos irmãos no Sul é que
estão precisando, no momento, desta ajuda!
Ajude com quantos puder! Acesse:
https://www.vakinha.com.br/4733557
domingo, 21 de abril de 2024
A "Tar" da Brahma
A "Tar" da Brahma
Corria o ano de setenta e oito
Eu tinha então dezoito e um quebrado
Mas já com vida tensa e mal amado
Um jovem duro, magro e muito afoito
Num belo dia entrou num bar bacana
Bebeu cerveja até cair no chão
Primeira vez que fica tão "beldão"
Cerveja é um vício torpe! Desencana!
Mas levantou o corpo mole e torto
Ficou sentado e disse: Tu me abana?
A garçonete riu: Que cara porco!
Me faz favor! Te dou uma boa grana
Que grana o quê? Você já está é morto
A "curpa" disso é sim, da "tar" da Brahma
Acyr - 20/04/2024
quarta-feira, 10 de abril de 2024
Lar de Lama
Lar de Lama
Depois d'um dia inteiro trabalhado
A volta ao lar é meu grande desejo
Sofá macio! É tudo o que eu vejo
Sobra da vida que eu levo... de gado
Mas, eis que quando eu chego logo vejo
contas e contas sobre a minha mesa
O meu descanso foi todo estragado
Quem é que dorme bem, endividado
E eis que aqui meu lar se torna drama
A flor do vaso murcha ao meu olhar
A minha esposa não é mais a dama
Pois meu amor está longe, a queimar
Foge de mim o sono que reclama
O meu cansado corpo nesta lama
Acyr - 09/04/2024
sábado, 6 de abril de 2024
Bar de Lama
Bar de lama
Por entre a chusma fétidas eu ando
Sorrindo a toa com quem bem me dou
Contra a maré de azar me cavalgando
Um vagabundo a solta é o que eu sou
No fundo negro está você: um bar
Oferecendo nada e sem razão
Mas ordinários vem te rodear
Comem migalhas soltas pelo chão
E quanto a mim, vergonha escondida
Não consegui curar minha ferida
Usei remédio errado, que me inflama
Dia seguinte vejo, de ressaca
Completamente muito arrependido
Que estava quase morto nesta lama
Acyr - 05/04/2024
sexta-feira, 8 de outubro de 2021
Brazilian Speaking English - Nosso Canal
Brevemente haverá uma playlist no canal onde os sonetos deste blog serão recitados pelo autor.
Assim, inscreva-se você, amante de poesia!
Obrigado!
https://www.youtube.com/c/BrazilianSpeakingPortuguese











