Mostrando postagens com marcador célula. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador célula. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de setembro de 2026

A Ciência ou a Fé ou os Dois?

 A Ciência ou a Fé?
2ª Parte

 
Uma "simples" Célula. Sem descer ao nível do código genético, que tornaria esta célula uma gigantesca máquina muito mais complexa do que a vemos aqui, vamos examinar apenas alguns de seus aspectos: Aqui vemos a Membrana, os Ribossomos, o Núcleo, os Cromossomos, o Nucléolo, os Retículos Endoplasmáticos, Mitocôndrias, Complexos de Golgi, Centríolos, etc. Cada uma dessas partes funciona de forma diferente e todas dependem do inteiro conjunto de trabalho em equipe para que a célula exista. Se faltar uma só, já não temos mais uma célula. Uma célula só pode existir se for gerada por um complexo de outras células, e não pode existir se não houver outras células, como numa "rede", ao seu redor. E existem trilhões de diferentes tipos de células, nenhuma delas "mais simples" que outras. 
Mesmo sabendo disso, a ciência, de uma forma geral, diz que a vida começou, pelo ajuntamento, "ao acaso", de todas essas partes em uma única "primeira" célula... "que, sobrevivendo sozinha, originou todas as outras"! 
Acha isso lógico?


 

Como Surgiu a Vida?
A Ciência Objetiva é boa? Sim. É graças a ela que temos vacinas, curas para muitas doenças e conhecimentos específicos em muitas áreas. É graças a ciência que temos computadores, Internet, TVs, rádios, lares confortáveis, diversão sadia, conforto. Etc. 
Mas a ciência, conforme dito na 1ª parte, não é unânime. Ela tem muitas facetas, boas e ruins. Por exemplo, é graças a ciência que o homem produziu armas cada vez mais mortíferas tornando as guerras muito mais destrutivas.
Além disso, temos também a ciência folclórica, aquela parte das "apresentações científicas" repassadas ao povo, por cientistas inescrupulosos, que são, na verdade, enganação ou, no mínimo, imaginação.
No que se refere à vida, os seres vivos e tudo o que respira, a Ciência Folclórica tem com a Bíblia somente um ponto em comum: Em algum tempo no passado não havia vida na Terra. Assim, em algum tempo no passado, a vida, de algum modo, teve que surgir. Mas como surgiu a vida? As respostas para esta pergunta, na Bíblia e na Ciência Folclórica (pois a ciência objetiva diz não ter essa resposta), são diferentes.

A Ciência e a Religião se Dividem
A Bíblia, embora não diga exatamente como a vida surgiu, diz que Deus "criou" a vida. Mas a ciência folclórica não concorda com este simples (se é que o ato de criação da vida pode ser chamado de "simples") ponto de vista. Por quê? 
A ciência, no passado, sempre esteve envolvida com diversas religiões. Por exemplo, toda a ciência do antigo Egito, desde a matemática usada para a construção das pirâmides, até o conhecimento do plantio de vegetais, era baseada, senão dedicada, à um determinado deus egípcio. Nas antigas Babilônia, Assíria, Grécia e Roma também. Tudo o que se fazia, em matéria de conhecimento, girava em torno dos deuses. Até mesmo na Idade Media (ou Medieval), onde houve grandes queimas de Bíblias, o conhecimento científico estava concentrado na nobreza e nos cleros religiosos de todos os países.
Assim, a ciência objetiva, embora não soubesse como, acreditava que o início da vida se devia à um ato de criação.
Mas, isso acabou com o aparecimento da moderna tecnologia da informação e da ciência. Ao mesmo tempo em que as religiões do passado foram sendo consideradas como superstições, o conceito de criação por Deus também foi considerado como superstição. Assim a ciência se dividiu em duas. A ciência objetiva agora não tinha a resposta para o aparecimento da vida, e a ciência folclórica passou a imaginar um surgimento "ao acaso".
Como resultado disso, as religiões não foram extintas. A Igreja Católica, criada pelo imperador romano Constantino (que era adorador de Mitra, o "deus sol invicto"), no Séc. IV, para ser a "arma pacificadora do Império", sobreviveu a queda de Roma e persiste até hoje. 
Como o ser humano tem como sentimento intrínseco a fé, algumas religiões do passado, de forma modificada, sobreviveram até hoje. E nessa modificação, as religiões não excluíram o ato de criação, mas adaptaram para aquilo que a ciência folclórica inventou: o surgimento da vida ao acaso. Para as igrejas, "Deus criou os primeiros seres que depois "evoluíram" em seres melhores. É esta mistura de "ciência" com religião, que produziu o atual ateísmo.
Ainda no que se refere ao surgimento da vida, a influência da "ciência religiosa" do passado ainda está presente: Por exemplo: Os atuais médicos, muitos dos quais dizendo-se católicos, podem ser considerados homens de ciência, cientistas. Mas fazem o "juramento à Hipócrates". Hipócrates (460 ac - 377 ac) é considerado o "pai da medicina moderna", um antigo cientista, embora tenha atuado nos "hospitais-templos" da Grécia, controlados pelos sacerdotes de Asclépio, o "deus grego da medicina".

A Sobrevivência do Paganismo
Mas, será que a fé verdadeira sobreviveu nessa questão? Ou foi uma fé deturpada?
É especialmente digno de nota, e explica por que a ciência rejeita a Bíblia no que concerne a criação da vida, que o juramento dos atuais médicos, ao se formarem, seja para Hipócrates e não para o próprio Deus. Hipócrates pertencia ao extinto paganismo grego, mas a Bíblia, através de Moisés, no Pentateuco, já falava sobre doenças e como efetivamente curá-las, mais de mil anos antes de Hipócrates (Êxodo 15:26; 23:25-26; Deuteronômio 7:15).
Assim, seria de se esperar que quando a pergunta "como surgiu a vida na Terra" foi novamente proposta no final do Séc XIX, a "ciência" procurasse uma resposta, não na Bíblia, mas no resultado da sobrevivência do paganismo que lhe influenciou. Uma vez que não mais existem os antigos "deuses", não existe, para a "ciência", mais nada.
E é de surpreender como a "ciência" respondeu (ou tentou responder) a questão da origem da vida, bolando um esquema totalmente baseado "no acaso". Os cientistas, constrangedoramente, foram contra seus próprios princípios científicos para endossar o "acaso". 
Mais surpreendente ainda é que tal esquema, criado na cúpula do que se diz "científico", é aceito por milhões, mesmo por aqueles que dizem acreditar em Deus. A cegueira é tanta que as pessoas religiosas não veem problema algum em crer na criação e no aparecimento da vida ao acaso, ao mesmo tempo.
Mas qual foi este esquema científico? É o que veremos na 3ª parte deste assunto.


Continua
 

quarta-feira, 7 de agosto de 2024

A Teoria da Evolução Segundo os Evolucionistas - Parte 1

 A Teoria da Evolução Segundo os Evolucionistas - Parte 1

Imagem: A representação de uma célula. Uma célula, por mais simples que pareça ser, pode ser comparada a uma grande, completa e complexa fábrica. A Teoria da Evolução dizia, dado a falta de conhecimento sobre elas, que a vida começou com a formação "ao acaso" de uma delas, no passado. Evidências mais modernas no entanto já desbancaram essa possibilidade.
 

- Perguntas Há Muito Tempo Respondidas -
Por que hoje muitos ainda creem na Teoria da Evolução, no que se refere ao surgimento de novas espécies a partir de outras, considerando-a como "fato já comprovado"? Muitos respondem que "os cientistas já demonstraram isso". Outros respondem com exemplos comparativos: Por exemplo, dizem que "se aprendemos a falar uma língua isso mostra que evoluímos", como se isso fosse prova de que o "surgimento de novas espécies está comprovado". Já os mais simples preferem acreditar nos cientistas, mesmo que não entendam do que eles estão falando. Para essas pessoas, o peso da autoridade, do "PHD" em biologia lhes dá sempre razão. Mas, nem uma coisa e nem outra é verdade. Vejamos:
1 - Nunca houve uma "demonstração"  prática de que uma espécie se transformou em outra. Nenhum "elo de ligação" entre uma espécie e outra foi encontrado. Todas as "demonstrações" e "descobertas" já feitas durante os mais de 100 anos de pesquisa, ou se mostraram fraudes ou descartadas mediante melhores evidências.
2 - Também, comparações com o que se supõe ser prova de evolução, como aprender a falar uma língua, ou se adaptar a uma sociedade diferente, não se sustenta. Os homens continuam sendo os mesmos homens de sempre e não outra espécie. Línguas e sociedades surgem e desaparecem, mas o homem é sempre o mesmo, com os mesmos sentimentos e consciência.
3 - Por fim, o grau de doutorado dos cientistas não é fator de razão. Houve época em que os "homens de ciência", os que sempre tiveram razão, diziam que a Terra era plana e sustentada por elefantes gigantes. Ninguém conseguia provar o contrário. Assim, não é porque um cientista diz uma coisa que, necessariamente, esteja certo.
.
É é justamente para responder àqueles que confiam nos cientistas que vamos colocar aqui suas frases a respeito da Evolução. Será que pode-se crer na Evolução pelas palavras dos cientistas evolucionistas? Considere abaixo, algumas das frases ditas por eles:
.
- Desacordos Sobre a Evolução -
Se a Evolução fosse um fato comprovado, não haveria desacordo sobre ela entre os cientistas.
Assim, William Robin Thompson (1887 - 1972), entomologista canadense que prefaciou a edição centenária do livro A Origem das Espécies, de Darwin (a 1ª edição é de 1859), registrou:
"Como sabemos, há grande divergência de opiniões entre os biólogos, não só quanto às causas da evolução, mas também, até mesmo, sobre o processo em si. Tal divergência existe porque a evidência é insatisfatória, e não permite nenhuma conclusão abalizada. Por conseguinte, é correto e apropriado trazer à atenção do público não-científico os desacordos sobre a evolução".
.
- Dificuldades Crescentes -
Durante mais de 100 anos de pesquisas e tentativas, a Teoria da Evolução, ao invés de ser comprovada como "fato", se embrenha cada vez mais em dificuldades. Cada novo avanço científico representa um abismo de complexidade naquilo que se pensava "simples".
Por exemplo, no início da Teoria, imaginava-se que a célula era formada de poucos dos conhecidos elementos e que, bastando juntá-los num ambiente propício, ela "passaria a viver". Infelizmente muitos pensam assim, ainda hoje.
Daí, quando foi-se conhecendo melhor a célula, viu-se que cada uma delas (e existem milhões de tipos de células) é formada de milhares de elementos todos corretamente correlacionados de uma forma nada simples, o que torna impossível de se juntarem "ao acaso" como se imaginava.
Por isso, Francis Hitching (1933 - ), evolucionista britânico e escritor dos livros "O Pescoço da Girafa" e "Estava Darwin Errado?", depois de estudar extensivamente a Teoria disse:
"O darwinismo, a despeito de toda a aceitação que goza no mundo científico como o grande princípio unificador da biologia, depois de um século e um quarto, acha-se envolto num surpreendente montão de dificuldades"
Isso lhe valeu a perseguição por parte de alguns cientistas mais acirrados... mas que também, conforme veremos mais adiante, disseram frases contra o que acreditavam.
.
.
Continua