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domingo, 6 de setembro de 2026

A Ciência ou a Fé ou os Dois?

 A Ciência ou a Fé ou os Dois?

1ª parte 

 

O "Homem de Piltdown" foi "descoberto" em 1912. Os cientistas responsáveis pela "descoberta", oito no total, ficaram famosos e galgaram os degraus da fama e fortuna entre os cientistas. Com base em apenas um único crânio, montaram um "ser meio homem meio macaco e escreveram livros, criaram lendas, fizeram palestras, etc. O Homem de Piltdown então passou a ser, inquestionavelmente, o "elo" entre o homem e o macaco. Isso durou 40 anos.
Mas, em 1953 a fraude foi descoberta. O crânio era feito de uma mistura de ossos de seres humanos, ossos de macacos e gesso artificialmente envelhecido. E demorou anos para que a farsa fosse espalhada à todos, envergonhando tanto cientistas como as Igrejas que endossaram, de forma oficial, a teoria. 

A questão que fica é: Como acreditar numa "ciência" que produz fraude?


- Somos Animais? -
Antes de tudo, é preciso aprender a separar o que é ciência objetiva de folclore travestido de ciência. Por exemplo, a ciência que estuda o desenvolvimento das vacinas é objetiva, se baseia em fatos e experimentos comprovados exaustivamente. Mas a Teoria da Evolução é folclore travestido de ciência, visto que se trata de opiniões, muitas vezes controversas e conflitantes, de cientistas, baseadas em pouca ou nenhuma evidência comprovada. Essa "ciência folclórica", não é unânime. Existem muitas versões para um mesmo tema. Mais ainda: É mutante conforme veremos no decorrer deste estudo. Na verdade, cada tese ou teoria científica tende a promover mais o cientista do que a teoria proposta. E mesmo entre os que pensam mais ou menos igual, existe diferenças, contradições que a maioria do povo comum não percebe.
Desta forma, a "ciência folclórica" diz que sim, que somos animais. Publicações científicas geralmente nos enquadram como espécies de "símios desenvolvidos". Todavia, teorias nesse sentido, antes aceitas como verdades absolutas, passam a ser consideradas falsas (ou antigas) na medida em que novas teorias vem a tona. 
Assim, ao passo que alguns cientistas nos enquadram como "símios desenvolvidos, outros, dizendo ter teses "mais modernas" (que depois de certo tempo também serão obsoletas), não. 
 
- Pontos a Considerar -
Mas, será que, conforme diz a maioria dos cientistas, somos apenas uma espécie de animal? Será que, conforme também dizem, "nos desenvolvemos" de alguma espécie de animal inferior?
Antes de respondermos a estas perguntas, considere as diferenças entre os seres humanos e o restante dos seres vivos.
O que nos diferencia de todos os animais ao nosso redor, quer sejam mamíferos, anfíbios, aves, peixes ou insetos? Não é só a inteligência, a consciência de estar vivo e a percepção antecipada do que acontece ao nosso redor. Há muito mais.
Os animais, sem nenhuma exceção quer sejam mamíferos, marítimos, alados, etc., dispõe apenas de dois instintos: o da sobrevivência e o da procriação. Tudo o que fazem é baseado nesses dois instintos. E são pré-programados, desde que nascem, para eles. É por isso que seus filhotes aprendem sozinhos a caçar, a procurar alimento e a acasalar no devido tempo. Porque já estão programados para o que fazer. 
Nenhum animal desenvolve seus instintos para se aprimorar neles, ficando assim "melhor que os outros". Todos, a não ser por impossibilidade física, são nivelados para fazer o que tem que fazer segundo suas espécies, de forma igual.
Mas o homem dispõe de atributos que nenhum outro ser vivo terrestre dispõe: A inteligência é praticamente ilimitada. O ser humano pode aprender infinitamente e se aprimorar. Ao contrário dos animais, o ser humano precisa aprender tudo, pois, exceto pela noção de que está vivo, não é pré programado para nada em seu nascimento. E, graças a isso, pode se comunicar com outros, tanto por palavras faladas quanto por palavras escritas ou codificadas em milhares de línguas diferentes. 
Além disso, também possui sentimentos altruístas como o amor, o ódio, o ânimo e o desânimo, a alegria e a tristeza, senso de justiça ou injustiça, etc. Cada um dos sentimentos, inerente somente ao ser humano, pode ser trabalhado e desenvolvido para se aperfeiçoar. É por isso que amamos ou odiamos mais uma pessoa que outra e assim por diante.
Outro sentimento exclusivamente humano, que pode ser desenvolvido é a fé. A crença num criador é inerente a todos os seres humanos. Infelizmente este sentimento, nos dias atuais, tem sido muito atacado e negligenciado, ao ponto de muitos se dizerem ateus.
 
- Existe um Criador -
Mas, se observarmos melhor o universo, a natureza e os seres vivos, veremos que um criador disso tudo tem que existir. E não existe só do ponto de vista da fé, mas também da ciência objetiva (conforme também veremos mais adiante). A ordem do Universo e a complexidade da vida é prova visível disso.
Caso contrário, caso fôssemos somente animais irracionais ou "ainda em desenvolvimento" como diz a Teoria Evolucionista, não teríamos a percepção da ordem do universo e nem da complexidade da vida. Como consequência, não teríamos o sentimento da fé. Aliás, o nosso senso de justiça (ou injustiça) vem justamente do sentimento fé, e, dependendo de como agimos em relação à fé, ocasiona-se em nós mesmos outros sentimentos exclusivamente humanos: O remorso ou o sentimento de paz. Consegue imaginar qualquer desses sentimentos em um animal?
 
Se existe um criador, certamente Ele nos daria instruções de como agir, caso contrário teria nos criado como os animais já programados por ele para fazer o que Ele quer. E essa instrução é a Bíblia. 
E, desde que foi escrita a milhares de anos, a palavra escrita do nosso criador é enfática neste ponto. Ela separa o homem dos outros animais. Os seres vivos, as plantas, os peixes, as aves, os insetos, os seres microscópicos, etc. são criaturas feitas por Deus, sempre "segundo sua espécie" (Gênesis 1:21-25). Mas somente o homem foi feito "a imagem e semelhança" Dele (Gênesis 1:26). Ou, em outras palavras, com inteligência.
Essas palavras bíblicas tem sido ignoradas, inclusive por líderes religiosos, que pretendem, sob influência de cientistas ateus, incluir o homem como "mais um animal na Terra". E procuram conciliar a ciência, que diz que o homem é um animal com a palavra de Deus, que diz que não é.
O apóstolo Paulo disse inspiradamente, separando o homem dos outros animais. Aliás Paulo também separou "as espécies" umas das outras dizendo: "Nem toda a carne é a mesma carne, UMA É A DA HUMANIDADE, e outra é a carne do gado e outra e a carne de aves, e outra de peixes" (1ª Coríntios 15:39).
Assim, não há o que conciliar. Ou você crê na criação ou na evolução. Você tem fé e terá de escolher: Ou acredita em Paulo e na Bíblia que, conforme veremos, está de acordo com a ciência objetiva, ou acredita em alguma das teorias da ciência folclórica que diga a respeito da nossa vida. Acreditar nos dois é como igualar as respostas "sim" e "não", como se fosse a mesma coisa.
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Continua.

quarta-feira, 7 de agosto de 2024

A Teoria da Evolução Segundo os Evolucionistas - Parte 1

 A Teoria da Evolução Segundo os Evolucionistas - Parte 1

Imagem: A representação de uma célula. Uma célula, por mais simples que pareça ser, pode ser comparada a uma grande, completa e complexa fábrica. A Teoria da Evolução dizia, dado a falta de conhecimento sobre elas, que a vida começou com a formação "ao acaso" de uma delas, no passado. Evidências mais modernas no entanto já desbancaram essa possibilidade.
 

- Perguntas Há Muito Tempo Respondidas -
Por que hoje muitos ainda creem na Teoria da Evolução, no que se refere ao surgimento de novas espécies a partir de outras, considerando-a como "fato já comprovado"? Muitos respondem que "os cientistas já demonstraram isso". Outros respondem com exemplos comparativos: Por exemplo, dizem que "se aprendemos a falar uma língua isso mostra que evoluímos", como se isso fosse prova de que o "surgimento de novas espécies está comprovado". Já os mais simples preferem acreditar nos cientistas, mesmo que não entendam do que eles estão falando. Para essas pessoas, o peso da autoridade, do "PHD" em biologia lhes dá sempre razão. Mas, nem uma coisa e nem outra é verdade. Vejamos:
1 - Nunca houve uma "demonstração"  prática de que uma espécie se transformou em outra. Nenhum "elo de ligação" entre uma espécie e outra foi encontrado. Todas as "demonstrações" e "descobertas" já feitas durante os mais de 100 anos de pesquisa, ou se mostraram fraudes ou descartadas mediante melhores evidências.
2 - Também, comparações com o que se supõe ser prova de evolução, como aprender a falar uma língua, ou se adaptar a uma sociedade diferente, não se sustenta. Os homens continuam sendo os mesmos homens de sempre e não outra espécie. Línguas e sociedades surgem e desaparecem, mas o homem é sempre o mesmo, com os mesmos sentimentos e consciência.
3 - Por fim, o grau de doutorado dos cientistas não é fator de razão. Houve época em que os "homens de ciência", os que sempre tiveram razão, diziam que a Terra era plana e sustentada por elefantes gigantes. Ninguém conseguia provar o contrário. Assim, não é porque um cientista diz uma coisa que, necessariamente, esteja certo.
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É é justamente para responder àqueles que confiam nos cientistas que vamos colocar aqui suas frases a respeito da Evolução. Será que pode-se crer na Evolução pelas palavras dos cientistas evolucionistas? Considere abaixo, algumas das frases ditas por eles:
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- Desacordos Sobre a Evolução -
Se a Evolução fosse um fato comprovado, não haveria desacordo sobre ela entre os cientistas.
Assim, William Robin Thompson (1887 - 1972), entomologista canadense que prefaciou a edição centenária do livro A Origem das Espécies, de Darwin (a 1ª edição é de 1859), registrou:
"Como sabemos, há grande divergência de opiniões entre os biólogos, não só quanto às causas da evolução, mas também, até mesmo, sobre o processo em si. Tal divergência existe porque a evidência é insatisfatória, e não permite nenhuma conclusão abalizada. Por conseguinte, é correto e apropriado trazer à atenção do público não-científico os desacordos sobre a evolução".
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- Dificuldades Crescentes -
Durante mais de 100 anos de pesquisas e tentativas, a Teoria da Evolução, ao invés de ser comprovada como "fato", se embrenha cada vez mais em dificuldades. Cada novo avanço científico representa um abismo de complexidade naquilo que se pensava "simples".
Por exemplo, no início da Teoria, imaginava-se que a célula era formada de poucos dos conhecidos elementos e que, bastando juntá-los num ambiente propício, ela "passaria a viver". Infelizmente muitos pensam assim, ainda hoje.
Daí, quando foi-se conhecendo melhor a célula, viu-se que cada uma delas (e existem milhões de tipos de células) é formada de milhares de elementos todos corretamente correlacionados de uma forma nada simples, o que torna impossível de se juntarem "ao acaso" como se imaginava.
Por isso, Francis Hitching (1933 - ), evolucionista britânico e escritor dos livros "O Pescoço da Girafa" e "Estava Darwin Errado?", depois de estudar extensivamente a Teoria disse:
"O darwinismo, a despeito de toda a aceitação que goza no mundo científico como o grande princípio unificador da biologia, depois de um século e um quarto, acha-se envolto num surpreendente montão de dificuldades"
Isso lhe valeu a perseguição por parte de alguns cientistas mais acirrados... mas que também, conforme veremos mais adiante, disseram frases contra o que acreditavam.
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Continua